Império Serrano encerra a noite com o enredo Mangangá, que conta a história de Manoel Henrique Pereira, capoeirista baiano conhecido como Besouro Mangangá
Fundação: 23 de março de 1947
Cores: Verde e branco
Símbolo: Coroa
Enredo: “Mangangá”
Presidente: Sandro Avelar
Carnavalesco: Leandro Avelar
Direção de Carnaval: Wilsinho Alves e
José Luiz Escafura
Direção de Harmonia: Júnior Escafura
Comissão de Frente: Patrick Carvalho
Compositores: Paulo César Feital,
Henrique Hoffman, Andinho Samara STS,
André do Posto 7, Jefferson Oliveira e
Ronaldo Fininho
1º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Matheus
Machado e Verônica Lima
2º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Yuri
Pires e Maura Luiza
3º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Rômulo
Diniz e Livya Bergman
Intérpretes: Nêgo e Igor Vianna
Bateria: Sinfônica do Samba
Mestre de Bateria: Vitor Cézar (Vitinho)
Rainha de Bateria: Darlin Ferratty
Rainha da escola: Quitéria Chagas
Nº de alas: 18
Nº de alegorias: 3 carros e um tripé
Nº de componentes: 2.000
Assessoria de Imprensa: Emerson Pereira
MANGANGÁ
Firma ponto no juremá, pro corpo fechar
Patuá e Ladainha
Risca pemba no chão
Tem erva, farinha e facão
A vida é rinha!
Ginga de Angola ancestral
Falange, Ogã, berimbau
Besouro… Saravá… Serrinha!
Canta o justiceiro vingador
Que Mestre Alípio ensinou
O negro há de se orgulhar
Filho de faísca é fogo
Se entra no jogo é pra incendiar
Camará… Mangangá… Toque de Cavalaria
Camará… Mangangá… Não aceita tirania
Se quebrar pra São Caetano
O cativo azeda o mel
Negro feito na cabaça não se rende a
coronel
No Tucum o fim da vida
Finda a vida nasce a luta
E o revide do pretume
Idalina força bruta
Amazonas valentia
Salve Manoel Pereira
Meia lua de caboclo rabo de arraia é
pedreira
Não chore não, meu mano
Que eu volto já
Contra toda intolerância sou Exu de Oxalá
Não chore não, meu mano
Que eu volto já
Hoje o Rei da Resistência
Capoeira quer jogar
Bate marimba Camará
Camugerê Paticumbum
Sou eu Império
Da Patente de Ogum
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