Medida provisória deveria ser teu governo,
Mas tua caneta despreza
Aquele que te ensinou a segurá-la,
E todo o restante da população,
Quando da incansável imensidão
Da tua ignorância,
Nos ceifa qualquer tipo de tolerância
Que ainda possamos encontrar,
Em qualquer canto escondido
Que não seja abrigo
Para o nosso pensar.
Termo de responsabilidade
Para nos imunizar?
É quase uma piada, um grito descomunal
De um ser banal,
Que de tudo entende quase nada,
E ao povo quer matar.
Deveria tu tê-lo assinado
Ao sentar nessa cadeira,
Suja com a poeira
Que cai do teu desmandar,
Do teu imperioso desgovernar.
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