* Paulo Baía
Os Institutos de pesquisa eleitoral têm necessariamente que redefinir seus métodos de coleta de dados e informações, suas bases amostrais,em especial o Datafolha e o Ibope.
Com o banco de dados do cadastro geral eleitoral do TSE, é perfeitamente possível.
O banco de dados do TSE é atualizado, o do IBGE depende do novo Censo Demográfico, que é uma incógnita.
Os Institutos, Ibope e Datafolha, não aprenderam com a eleição de 2018.
Em 2020 ampliaram a flexibilidade dos resultados com uma base amostral que não representava o perfil do universo dos eleitores de cada cidade e com uma indecente margem de erro de 3 a 4,5%.
Com varianças de 6% a 9%, tudo pode acontecer; não informa, desinforma.
Base amostral referenciada ao cadastro eleitoral do TSE, margem de erro de 1,5% a 2%, controle de qualidade na escolha do perfil dos entrevistados, checagem das entrevistas.
Existe tecnologia e expertise para isso.
Mantendo os atuais protocolos e procedimentos, é dinheiro jogado fora, é melhor não ter pesquisas eleitorais.
* Sociólogo e cientista político em 29/11/2020 compartilhado em seu Facebook
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