Foto: Guito Moreno/EXTRA
O Flamengo perdeu a final da Copa Sul Americana 2017 para o Independiente da Argentina. Não adiantou de nada a festa da torcida no Maracanã, nem as provocações e confusão no hotel da equipe argentina, aqui no Rio.
A verdade é que o Flamengo foi vice mais uma vez e é freguês do Independiente.
Em 1995, a equipe comandada pelo radialista Washington Rodrigues, o Apolinho perdeu a decisão com mais de 100 mil pessoas no Maracanã. O Flamengo também tinha um time milionário com Romário como grande estrela.
Falaram tanto, fizeram tanto carnaval e no final a mesma decepção de sempre.
Para um clube que pensava em ganhar todos os títulos possíveis esse ano foi uma enorme decepção.
Flamengo foi especialista em vices esse ano.
Copa do Brasil e Sulamericana. Sem falar numa péssima campanha no Brasileirão e um título Carioca num sufoco em cima do time do Fluminense, claramente inferior.
A diretoria do Flamengo faz inegavelmente um ótimo trabalho administrativamente. Mas a gestão do futebol foi confusa.
Rodrigo Caetano esteve mais discreto que anos anteriores. A diretoria atendendo sempre o anseio da torcida fez contratações que se mostraram desnecessárias como Conca, Geuvânio entre outros.
E no final quem resolveu foi os jogadores da base.
O famoso cheirinho, de esperança virou zoação por parte das torcidas adversárias.
A verdade é que o Flamengo tem mais dinheiro que seus adversários cariocas mas fez campanhas medíocres, no Brasileirão inclusive semelhante ao Vasco, rival bem mais modesto financeiramente.
O Flamengo precisa se reestruturar novamente no futebol, dispensar vários jogadores que não fazem a menor falta e enxugar. Dar espaço para os moleques da base.
A torcida precisa continuar a fazer o seu papel, apoiando e cobrando.
Libertadores está aí ano que vem.
Só que dessa vez.. sem cheirinho
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