Para todas as perguntas, uma só resposta

Vivemos entre loucos, ou somos nós os insanos? Que mundo cruel criamos, que a despeito da vida, come, de forma insaciável, um papel esverdeado, em refeições vazias de afeto? Quando nos perdemos? Por que tanta indiferença por quem anda ao nosso lado?

Estamos tão distantes assim, que nossos olhos não enxergam os passos que o outro dá, suas lutas, suas dores? Onde deixamos aquela bondade que fazemos questão de estampar no nosso mundo virtual? Será que ainda teremos a chance de nos importarmos com aquele pedaço verde de terra, que não se come, mas nos dá a vida, antes que estejamos todos mortos, sem direito a respirarmos? O que você espera do amanhã?

Continuaremos elegendo ódio e violência para nos governar? Seremos ódio e violência em nossas casas? Cadê nossa criança interior, que parece ter sido abandonada num quarto escuro, sem água e sem pão, com o coração na mão e lágrimas por todo corpo? Quem são nossas crianças, se não a tenra esperança que precisamos? Daremos a elas qual mundo? Nosso amor terá ficado, para fazer-lhes companhia, ou nossa dor será caminho, para um estranho futuro?

Somos amor? Sabemos amar? Podemos amar? Vamos amar? Vamos nos amar? Eu vou te amar!

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