A escola vai levar para a avenida o enredo “Deu Castor na cabeça”, que mescla a história do bairro, do time de futebol Bangu Atlético Clube e o bicheiro Castor de Andrade, grande patrono do time das escolas de samba da região. A escola vai mostrar o desenvolvimento do bairro a partir da fábrica de tecidos e homenagear o contraventor, o mecenas do samba em Bangu e Padre Miguel.
Fundação: 15 de novembro de 1937
Cores: Vermelho e branco
Símbolo: Pandeiro
Enredo: “Deu Castor na cabeça”
Presidente: Leandro Augusto
Carnavalesco: Marcus Paulo
Direção de Carnaval: Marcelo do Rap
Direção de Harmonia: Alexandre Carlos e
Vitor Oliveira
Comissão de Frente: Vinicius Rodrigues
Compositores: Dudu Senna, Richard
Valença, Renan Diniz, Deodonio Neto,
JotaPê, Marquinho BF, Denis Lanza, Kaoma
Monteiro, Lepiane, Luizinho das Camisas e
Carlitos Bahiano
1º Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Anderson Abreu e Eliza Xavier
2º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Diego
Moreira e Layne Ribeiro
3º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Não tem
Intérprete: Thiago Brito
Bateria: Caldeirão da Zona Oeste
Mestre de Bateria: Léo Capoeira
Rainha de Bateria: Wenny Isa
Nº de alas: 17
Nº de alegorias: 3 carros e um tripé
Nº de componentes: 1.500
Assessoria de Imprensa: Emerson Pereira
DEU CASTOR NA CABEÇA
Voltei… Botando banca na avenida
Matando a saudade
Jamais pensei…
Que essa utopia poderia ser realidade
De terno no jogo da sorte
Nos trilhos da história, a voz sem pudor
Um homem pra sempre lembrado por ser
benfeitor
Doutor, na escola da vida, aluno exemplar
Lutei pro nosso bairro prosperar
E conquistar o que merece
Nesse sonho apostei
Na minha gente eu acredito
Fui aclamado rei, comigo vale o que está
escrito
Rolou a bola em Moça Bonita, é show
A galera se agita, é gol! É gol de placa!
Sou banguense, pra sempre um caso de
amor
Mascote no peito, vencedor
No velho palco da ilusão
Fui mais um súdito na corte da folia
Deixei meus passos nesse chão
Fiz brilhar mais forte a estrela-guia
E Cá Estou sem nunca esquecer a
identidade
Vira Virou, revivendo a minha ‘Mocidade’
O samba me ‘liga’ ao passado
Legado de força imortal
Voltei! Eternizado no altar do carnaval
O meu palpite é forte
O mundo já sabe, respeite meu nome:
Castor de Andrade!
Minha palavra é lei, nunca se esqueça
Vai dar Bangu na cabe
DEU CASTOR NA CABEÇA
Voltei… Botando banca na avenida
Matando a saudade
Jamais pensei…
Que essa utopia poderia ser realidade
De terno no jogo da sorte
Nos trilhos da história, a voz sem pudor
Um homem pra sempre lembrado por ser
benfeitor
Doutor, na escola da vida, aluno exemplar
Lutei pro nosso bairro prosperar
E conquistar o que merece
Nesse sonho apostei
Na minha gente eu acredito
Fui aclamado rei, comigo vale o que está
escrito
Rolou a bola em Moça Bonita, é show
A galera se agita, é gol! É gol de placa!
Sou banguense, pra sempre um caso de
amor
Mascote no peito, vencedor
No velho palco da ilusão
Fui mais um súdito na corte da folia
Deixei meus passos nesse chão
Fiz brilhar mais forte a estrela-guia
E Cá Estou sem nunca esquecer a
identidade
Vira Virou, revivendo a minha ‘Mocidade’
O samba me ‘liga’ ao passado
Legado de força imortal
Voltei! Eternizado no altar do carnaval
O meu palpite é forte
O mundo já sabe, respeite meu nome:
Castor de Andrade!
Minha palavra é lei, nunca se esqueça
Vai dar Bangu na cabe
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