Acadêmicos do Sossego fecha primeiro dia do carnaval na Sapucaí

A escola de Niterói vai levar para a Sapucaí o enredo “Visões xamânicas”, profecias indígenas que alertam para o colapso do planeta, caso a humanidade não comece imediatamente a preservar e respeitar o meio ambiente. A escola vai promover um encontro entre líderes espirituais e povos indígenas de todo o mundo para buscar uma solução para a sobrevivência da Terra.

Fundação: 10 de novembro de 1969
Cores: Azul e branco
Símbolo: Lira
Enredo: “Visões Xamânicas”
Presidente: Hugo Júnior
Presidente de Honra: Anderson Pipico
Carnavalesco: André Rodrigues
Direção de Carnaval: Rosemberg
Azevedo e Ygor Silva
Direção de Harmonia: Carolina Ribeiro
Comissão de Frente: Jardel Augusto
Compositores: Diego Tavares (em
memória), Marcelo Adnet, Junior Fionda,
Marcelinho Santos, Thiago Martins, Yago
Pontes, Diego Nogueira, Rod Torres,
Deodônio Neto, Gabriel Machado e Paulo
Beckham
1º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Fabrício
Pires e Giovana Justo
2º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Yago
Silva e Bárbara Verçosa
3º Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Ramon
Lima e Vivian Colombo
Intérprete: Nino do Milênio
Bateria: Swing da Batalha
Mestre de Bateria: Laion Jorge
Rainha de Bateria: Malu Torres
Nº de alas: 17
Nº de alegorias: 3 carros e um tripé
Nº de componentes: 2.000


VISÕES XAMÂNICAS
Pajé voltou para contar que o céu desabou
Fumaça traziam sagradas visões
Na dança ancestral me revelou
Das ervas evocou os guardiões
Xapiri, me perdoe do que nós fizemos de
Urihi
Xapiri ensinou a cuidar e vamos destruir
A razão ancestral evocou sua voz
Só não deixe o mundo cair sobre nós
Omama escondeu na floresta
Pedaços do céu contra os olhos da ambição
A ganância sente fome
E o mal que nos consome mata o homem e
o quinhão
Xamã cura a terra da guerra da gente
Dos mitos que deixam a tribo doente
Enfim descerá de uma estrela um índio
guerreiro
De pele vermelha caboclo flecheiro
Okê okê arô… Odé odé
A Jurema que desmata tem a cura e o axé
Okê okê arô… Odé odé
“Apesar de você” eu ainda mantenho a fé
Eu não largo da batalha… Sossego
Nossa aldeia nunca falha… Auê auê
Sacudindo a poeira das cinzas vou renasce

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