Patrícia Lélis, suas contradições e Eduardo Bolsonaro. O que a grande mídia não falou

Eduardo Bolsonaro e Patrícia Lélis voltam a cena em mais uma história referente ao suposto namoro que eles não tiveram.

As ameaças feitas por Eduardo a Lélis aceitas pela PGR são muito graves onde o policial federal e deputado teria usado palavras de baixo calão contra a jornalista.

Mas a denúncia que foi aceita pela Procuradoria Geral da República supostamente mostra que Eduardo fez ameaças a jornalista no Telegram.

Mas vamos voltar no tempo.

Primeiro que só estou falando desse assunto também porque nisso tudo, o texto que revelo que Eduardo e Patrícia jamais foram namorados viralizou no BLOG mais uma vez e foi um dos mais acessados do final de semana deixando mostra de que as pessoas ainda se interessam por esse assunto, afinal são pessoas que hoje representam extremos políticos.

Deixo claro aqui que sou totalmente contra BOLSONARO e acho um candidato que representa ideias que discordo e um vazio de ideias democráticas para o país.

E porque são contraditórios os dois?

Vamos lá.

A história toda começa num suposto print que Eduardo Bolsonaro não nega e nem confirma dizendo que teria vergonha do feminismo por causa de uma suposta ex namorada que namorava um cubano.

Como disse, esse print jamais foi confirmado e negado pelo Eduardo.

Só que Patrícia, que todo mundo sabe que de boba não tem nada usou isso a “seu favor” digamos assim e escreveu um textão dizendo que tinha vivido um relacionamento abusivo de TRÊS ANOS com Eduardo Bolsonaro e até deu entrevista ao site petista Diário do Centro do Mundo falando sobre mas sem apresentar de fato evidências de que estava falando a verdade.

O BLOG e alguns sites independentes de direita mostraram que Patrícia estava mentindo ao afirmar que namorou Eduardo sendo que jamais trouxe nenhuma foto, evidência, mensagem, qualquer coisa que denotasse que eles tiveram um relacionamento.

Pior, a mídia grande que quando se trata dos Bolsonaros não se incomoda em postar Fake News comprou a tese de que eles teriam sido ex namorados.

Verdade seja dita, a Globo não comprou esse barulho da moça.

Só que foi muito muito fácil desmascarar Patrícia Lélis.

O caso do suposto estupro do Deputado Pastor Marco Feliciano, que no final de tudo ficou provado que a moça tinha mitomania, ou seja: compulsão por mentir.

Não houve evidências claras de que ela estaria falando a verdade e mais que isso, Feliciano saiu limpo de toda a história, sequer tendo sido indiciado.

Nesse período relacionado, ela deveria estar namorando com Eduardo. Mas não estava.

Mais que isso, Patrícia Lélis namorou o economista de direita e palestrante Rodrigo Simonsen, cujo qual eram diversas manifestações em redes sociais de que eles tiveram um relacionamento.

Este print é um exemplo

Patrícia, segundo reportagem do Jornal Metrópoles de Brasília também namorou um rapaz chamado Victor Rossetti cujo qual se planejou até uma lua de mel na Disney, que até foi reportagem na mesma Metrópoles

VEJA TRECHO DA MATÉRIA
Esse modelo tem feito sucesso em rodas de Brasília porque muitos casais desejam criar uma atmosfera não existente na cidade – como uma cerimônia à beira-mar ou perto de monumentos centenários. Há ainda quem queira realizar um sonho de infância. “Sempre quis uma celebração diferente. Como fiquei noiva na Disney, escolhemos fazer a festa lá”, diz a jornalista Patrícia Lélis ao escolher um local próximo do Castelo da Cinderela no Magic Kingdom, em Orlando (EUA), para a sua comemoração estilo-conto-de-fadas com o empresário Victor Rosseti

https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/comportamento/casamentos-fora-de-brasilia-viram-febre-entre-casais

https://www.metropoles.com/distrito-federal/patricia-lelis-a-universitaria-que-desafiou-feliciano-coleciona-historias-mal-contadas-veja-video

Nessa matéria do GLOBO, O ex namorado dela que o texto cita é Rodrigo Oliveira, talvez o Simonsen e o namorado atual seria Rosseti. Em nenhum momento, Eduardo é citado como namorado dela.

https://oglobo.globo.com/brasil/laudo-aponta-que-patricia-lelis-todo-momento-falta-com-verdade-19959714

Um estágio no The New York Times.

A suposta agressão do deputado Glauber Braga, do PSOL.

Ou seja, Patrícia Lélis está na mídia a base de inverdades.

Pior, a mídia quando cita as histórias de Patrícia, SEQUER CITA o nome dela.

Por que?

Não que o caso dela com Feliciano seja mentira mas não foi o que ficou provado.

Suas incongruências fazem com que ela não seja tão levada a sério nem pela esquerda, nem por feministas.

Patrícia mais uma vez não apresentou provas de que teve um relacionamento com Eduardo Bolsonaro por três anos.

Quem namora uma pessoa por três anos no mínimo tem uma prova disso.

Mais ainda… Vai que de repente tiveram um caso, uma noite mas não a ponto de relacionamento de três anos.

Patrícia Lélis, como boa jornalista sabe usar bem o discurso a seu favor e vai se lançaria candidata a deputada em 2018.

Ou seja, faz uso político de uma história que é dela.

Mais anda, é estranha a mudança total de visão política que ela teve.

Como ela um dia era pró Bolsonaro e da noite pro dia vira a mais fanática petista?

É preciso que ela pare de mentir como respira porque dá a impressão de que só quer mídia mídia e mídia. E agora votos.

Mas… Ao divulgar um vídeo em que conversa com Eduardo Bolsonaro via aplicativo Telegram, fica praticamente impossível dizer que ela mentiu num vídeo em que estaria conversando com Eduardo ao vivo via Telegram.

Mais que isso, os prints apresentados deixam muito muito clara a verdade da conversa.

O número atribuído a Eduardo Bolsonaro é real e eu mesmo já falei com ele por esse número, que ele não usa desde março.

A Procuradoria Geral da República aceitou a denúncia. É difícil supor que a PGR esteja comprometida em derrubar Eduardo Bolsonaro ou que goste da pauta de esquerda, é difícil supor que a PGR esteja mentindo numa denúncia tão séria como essa.

A de ameaças.

Eduardo Bolsonaro se contradiz ao dizer que não a conhecia, sim a conhecia já que esta era do PSC, seu partido.

Eduardo diz que a conversa foi forjada e que ela não teria provas.

A evidência da ameaça é seria.

O vídeo deixa como quase impossível afirmar que não houve provas de que ele a ameaçou.

O vídeo é este

Ou seja. Patrícia Lélis aí tem razão. Até que se prove o contrário

O objeto da questão e da ação é preciso lembrar são as ameaças feitas e não se eles tiveram um caso ou não, o que já é provado e é sabido e se a mídia grande tiver boa vontade verá que jamais tiveram um relacionamento amoroso.

Se atendo apenas a questão das ameaças, Lélis teria razão.

Eduardo e Jair Bolsonaro se descontrolam facilmente quando provocados e Eduardo se não teve um namoro com ela jamais poderia ou deveria falar daquela forma.

Os dois, Patrícia Lélis e Eduardo Bolsonaro se contradizem cada um de uma forma.

Porém no YouTube já existem vídeos com desmentidos ou mostrando que a conversa dela no Telegram poderia ser facilmente forjada.

É isso que precisa ser investigado claramente.

Por Raquel Dodge e pelo Ministro Barroso, o que se diz paladino da justiça e da moralidade.

https://youtu.be/GkS1xdyULEQ

O ruim é para quem acompanha isso.

Os dois fazem parte do extremismo ideológico político cujo qual no final é como Jean Willys e Jair Bolsonaro: os dois se merecem.

2 Comentários

  1. “Mas… Ao divulgar um vídeo em que conversa com Eduardo Bolsonaro via aplicativo Telegram, fica praticamente impossível dizer que ela mentiu (…).”

    Leo, você ainda não viu as dezenas de vídeos de internautas que conseguiram “falar” com Eduardo Bolsonaro no Telgegram da mesma forma que é apresentada no vídeo da Patrícia? Fiz até um texto no meu Blog https://lucas-blogger.blogspot.com/b/post-preview?token=mpmX3GIBAAA.MsaRlX7KEe67pJis7_b5YF7v8HtxoCwYy27q_GjYKqvqP4f9TZZJ0Z1alli_fOuhzpKP6q0zxzL8_CZ4vZPneQ.TUTZRTIZQsqQm8BS52U7MA&postId=397891840633527915&type=POST

    A verdade! Nada mais do que a verdade!

    • Fala Lucas, obrigado pelo comentário. De fato, vi os vídeos e posso afirmar que é possível que a conversa tenha sido forjada. Mas há a possibilidade de que não. De fato. Mas vamos esperar o que a justiça vai dizer.

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