PGR denuncia Jair e Eduardo Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) os deputados federais Jair Bolsonaro(PSL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Jair foi acusado de racismo contra negros, quilombolas, refugiados, mulheres e LGBTs durante palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em abril de 2017.

Em nota da PGR, o órgão afirma que “avalia a conduta de Jair Bolsonaro como ilícita, inaceitável e severamente reprovável. Para a PGR, o discurso transcende o desrespeito aos direitos constitucionais dos grupos diretamente atingidos e viola os direitos de toda a sociedade. Ela ressalta que a Constituição garante a dignidade da pessoa, a igualdade de todos e veda expressamente qualquer forma de discriminação.”

No discurso, de cerca de uma hora, ele teria usado “expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”. Entre elas, uma em que disse que as comunidades tradicionais “não fazem nada” e “só servem para procriar”.

A procuradora-geral pediu que o deputado seja considerado culpado por duas incidências de racismo, com pena de um a três anos de prisão em regime fechado cada uma, mais o pagamento de uma multa por ferida a danos morais coletivos, no valor indenizatório mínimo de 400.000 reais.

Bolsonaro tem a péssima mania de não saber se expressar e sabe como ninguém transformar tudo que fala em merda

EDUARDO BOLSONARO

Já Eduardo foi acusado por ameaça à jornalista Patrícia Lélis, ex-assessora do deputado Marco Feliciano (Podemos-SP).

Ao contrário do que diz a Revista Veja nessa matéria, Eduardo Bolsonaro em suposto print dizia que teria uma ex namorada que teria começado a namorar um cubano. Print este que não se sabe a veracidade.

Patricia sabe se lá o porque, tomou para si as dores e começou a falar que namorou Eduardo por três anos e que um cubano era melhor que ele.

Sendo que ela jamais disse quem era o Cubano e jamais fez menção a ter namorado Eduardo por esse período.

Mais ainda, em reportagem do Blog e em outros sites se provou que a jornalista teve outros namorados no período e não teria tido nenhuma relação com Eduardo.

Mais ainda, ficou provado que ela tem mitomania, síndrome da mentira, o que a faz mentir compulsivamente.

Só que as ameaças de Eduardo a ela são reais como mostra a denúncia e os prints, já que o número de Eduardo, cujo qual eu também tinha na minha agenda era esse mesmo até o mês de Março.

Nas mensagens, registradas pela jornalista e anexadas à denúncia, o deputado Eduardo Bolsonaro diz que ela “falar mais alguma coisa”, ele acabaria com a vida dela. Diante da pergunta se se trataria de uma ameaça, o parlamentar responde: “Entenda como quiser”.

A conversa prossegue e o deputado teria dito que ela “deveria ter apanhado mais para aprender a ficar calada”. “O aviso está dado”, completa. Segundo a procuradora-geral escreve, a operadora de telefonia celular confirmou que o número que originou as ligações pertence ao filho de Bolsonaro. Raquel Dodge pede pena de um a seis meses e multa de 50.000 reais como punição

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*